sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Obrigado por mais um ano juntos... Aos leitores
domingo, 12 de dezembro de 2010
Ô danadinho... Mosquito pode transmitir dengue e febre chikungunya ao mesmo tempo
Apesar de ser menos letal do que a dengue, a chikungunya causa dores intensas nas articulações dos pés e das mãos, o que chega a dificultar a mobilidade em pelo menos 70% dos pacientes afetados pelo mal. "O vírus causa dores fortíssimas. Os pacientes não conseguem nem segurar um copo. Em alguns casos, as dores duram até 1 ano. Isso é muito grave quando afeta um chefe de família, um profissional liberal. Além de ser um complicador para o sistema de saúde", diz o coordenador do Programa de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, acrescentando que não houve transmissão dentro do Brasil.
Na quarta, o ministério pediu que os brasileiros que forem viajar aos países em que há circulação do vírus chikungunya (Ásia e África) usem repelentes, além de roupas compridas, que protejam a pele e, se possível, usem mosquiteiros para dormir.
Dos três brasileiros contaminados (um morador do Rio de Janeiro, de 41 anos, além de duas pessoas de São Paulo: mulher de 25 e homem de 55), o mais velho desenvolveu a forma crônica da doença e ainda sente dores fortes. Ele teve a doença diagnosticada em meados de setembro após chegar da Indonésia.
Já o carioca, que também viajara à Indonésia, onde foi surfar, começou a ter febre em 13 de agosto e foi diagnosticado dia 25 daquele mês. Cinco dias depois, foi internado na rede privada e agora está bem. A mulher, que veio da Índia, também se curou.
O diagnóstico foi feito por exame de sangue. Os médicos que os atenderam desconheciam a doença e entraram em contato com o Ministério da Saúde, onde técnicos desconfiaram da chikungunya e recomendaram exames específicos para detectar o vírus.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Recicle!
http://abipet.brainweb.com.br/index.html?method=mostrarMapa&mapa=true
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Confusão sobre a bactéria do DNA arsênico....
Cientistas contestam estudo sobre bactéria composta por arsênio | |
Reportagem do site Slate consultou especialistas que reprovaram estudo. Material avaliado poderia ter adquirido o elemento químico por acidente Uma reportagem publicada nesta terça-feira (7/12) no site Slate traz críticas de cientistas ao estudo divulgado pela Nasa na última quinta-feira sobre uma bactéria que consegue viver com o elemento químico arsênio em seu DNA. O anúncio repercutiu na imprensa mundial pelo fato de todas as formas de vida até então conhecidas serem baseadas principalmente na combinação de apenas seis átomos básicos: carbono (C), hidrogênio (H), nitrogênio (N), oxigênio (O), fósforo (P) e enxofre (S). Para a professora de microbiologia Rosie Redfield, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, o trabalho denominado "Uma bactéria que consegue crescer usando arsênio em vez de fósforo" é "sem sentido". "Fiquei impressionada com o nível ruim de ciência do artigo", disse ao site. Ela pretende escrever uma carta à revista "Science", que publicou o estudo, formalizando suas queixas. Para o microbiologista Forest Rohwer, da Universidade Estadual de San Diego (EUA), especialista em novas espécies de bactérias e vírus em recifes de corais, a descoberta seria interessante, se fosse confiável. "Nenhum dos argumentos foi muito convincente", disse o cientista. Já Shelley Copley, da Universidade de Colorado, vai mais longe. "O artigo não deveria ter sido publicado." Apesar das censuras, nenhum dos pesquisadores consultados pelo site negou |
domingo, 31 de outubro de 2010
O projeto sobre Investigação Alimentar foi um sucesso no Ciência Jovem
Verificou-se que o trabalho teve um alto grau de aceitação por parte dos alunos dos colégios Mickey e Veja, além de provocar grande impacto positivo na alimentação da comunidade escolar. Atráves do tracejo do perfil nutricional, houve a participação ativa de outros alunos que quiseram se envolver no projeto. Comprovou-se a presença de nutrientes importantes nos alimentos além de descobrir o poder funcional destes e de vários outros produtos, por meio de artigos e experimentos. Se vê claramente a importância da divulgação científica para os jovens por meio de redes sociais, o blog Se Nutrindo já conta com dezenas de seguidores antenados numa melhor qualidade de vida.
O projeto foi apresentado na XVI Ciência Jovem, uma das quatro maiores feiras de ciências do Brasil, que ocorreu no Espaço Ciência (Olinda - PE) e foi um sucesso.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Trecho muito bom
Os montes, e a planície, e as ervas!
Vivam os rios, vivam as fontes!
Vivam as flores, e as árvores, e as pedras!
Vivam os entes vivos _ os bichos pequenos,
Os bichos que correm, insectos e aves,
Os animais todos, tão reais sem mim,
Os homens, as mulheres, as crianças,
As famílias, e as não-famílias, igualmente!
Tudo quanto sente sem saber porquê!
Tudo quanto vive sem pensar que vive!
Tudo que acaba e cessa sem angústia nem nada,
Sabendo melhor que eu, que nada há que temer,
Que nada é fim, que nada é abismo, que nada é mistério,
E que tudo é Deus, e que tudo é Ser, e que tudo é Vida."
sábado, 9 de outubro de 2010
Confira o Portal Se Nutrindo
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Carta do índio
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem – todos pertencem à mesma família.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Breve abordagem: anabolizantes
Bombas são hormônios. Produzidos a partir de extratos animais, elas são hormônios sintéticos similares à testosterona, o principal hormônio masculino, que têm propriedades anabólicas e androgênicas.
Quando caem na circulação sanguínea e penetram na célula, os anabolizantes começam a atuar, unindo-se a um receptor androgênico, migra para o núcleo e estimula a síntese de proteínas.
Com isso tudo, há mudanças anabólicas - aumento da massa muscular e retenção de nitrogênio – e androgênicas - agravamento da voz, crescimento de pêlos e aumento da agressividade.
-Acne: os anabolizantes aumentam a taxa de cravos e espinhas na pele
-Calvície: as bombas podem acelerar a queda de cabelos
-Masculinização: as propriedades androgênicas levam a um agravamento da voz, crescimento de pêlos e até ao atrofiamento do clitóris, nas mulheres.
-Lesões nos ligamentos: devido ao aumento da força muscular, as estruturas que fixam os músculos ao ossos muitas vezes não acompanham esse crescimento e podem sofrer rupturas.
-Diminuição do colesterol “bom”: os anabolizantes podem diminuir a taxa de HDL, uma lipoproteína que ajuda a “limpar” as gorduras dos vasos sanguíneos.
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Download da musiquinha "Mitose vem aí"
A INTÉRFASE vai preparar, e em G1 produz RNA
no S DNA vai duplicar, G2 mais proteínas, pra tudo começar...
E agora não erro mais não (não erro mais não)
Quero entender como é a divisão
Se for MITOSE 4 fases tem
E pra formar tecido a mesma sempre vem (a mesma sempre vem).
PRÓFASE os cromossomos
já duplicados começam a espiralar,
nucléolo e carioteca vão desaparecer
mas em compensação vai fuso aparecer.
Na METÁFASE é bem legal (é bem legal),
tudo na placa equatorial,
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O método científico na resolução de problemas
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Veneno da jararaca tem mecanismo desvendado
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Óleo residual de frituras: a reciclagem
O óleo residual de frituras: o descarte

Ao contrário do Brasil, outros países como Bélgica, Holanda, França, Espanha, Finlândia, possuem padrões para o descarte. Apesar da ausência de regulamentação na Áustria, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Dinamarca, Finlândia, Israel, Noruega, Suécia, Japão e Suíça, existem critérios recomendados para o descarte de óleos e gorduras de fritura nesses países.
O óleo utilizado repetidamente em frituras por imersão sofre degradação, acelerada pela alta temperatura do processo, tendo como resultado a modificação de suas características físicas e químicas. O óleo se torna escuro, viscoso, tem sua acidez aumentada e desenvolve odor desagradável, comumente chamado de ranço, passando à condição de exaurido, quando, então, não mais se presta para novas frituras. Isso acontece em função de conferir sabor e odor desagradáveis aos alimentos, bem como adquirir características químicas comprovadamente nocivas à saúde. Não havendo utilização prática para os residuais domésticos e comerciais, em geral são lançados na rede de esgotos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
"Desafios de um futuro Biólogo em Tempos de Caos"
- O quanto sofremos quando se confirma a extinção de uma espécie; é como se fosse um pedaço de nós que foi embora! Alguns simplesmente, não compreendem a importância do fato.
- Lutar junto aos poucos homens que tentam salvar o planeta.
- Parar, seja em qualquer lugar que estiver, para observar aquela criaturinha engraçadinha, interessante, cujo o gênero tal pertence a família tal...
- Verificar Educação plena dos indivíduos a quem é destinada.
- Sensibilizar membros da comunidade quanto aos problemas ambientais e impactos. Conscientizar é fácil, difícil é torná-los sensíveis à causa.
- Ser alvo de pessoas que têm pensamentos errôneos a nosso respeito. Mas, temos que compreender que quem quer colher rosas, precisa superar os espinhos... Somos uma pedra bruta a ser lapidada para ter um aproveitamento pleno.
domingo, 27 de junho de 2010
A volta da chuva ácida
Cientistas alertam para um risco que parecia resolvido Trinta anos atrás ela era um dos maiores problemas ambientais, ao lado do buraco na camada de ozônio. Agora, a chuva ácida pode estar ensaiando uma volta; desta vez, causada por substâncias químicas diferentes. |
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Dia Mundial do Meio Ambiente
terça-feira, 20 de abril de 2010
Prezados alunos projetistas...
Aguardem que quinta eu falo com vcs.
Att: Prof. José Antônio Bezerra
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ácidos nucléicos, transcrição e tradução
1. Conceitos Gerais
São as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação genética.
Existem basicamente dois tipos de ácidos nucléicos:
Ácido desoxirribonucléico – DNA
Ácido ribonucléico – RNA
Os ácidos nucléicos são macromoléculas formadas pela ligação tipo fosfodiéster entre 5 nucleotídeos diferentes, suas unidades fundamentais.
2. Os nucleotídeos
Para poder estudar os ácidos nucléicos (DNA e RNA) é preciso saber o conceito do que seja um nucleotídeo. Um nucleotídeo é formado por uma pentose (monossacarídeo - açúcar simples) que pode ser ribose ou desoxirribose + n molécula de fosfato + 1 base nitrogenada.
Quando a molécula de nucleotídeo não contém a molécula de fosfato, chamamos-a de nucleosídeo.
3. Bases nitrogenadas
São moléculas especiais que contém nitrogênio em sua estrutura e dão estabilidade à molécula de DNA. Pertencem a duas famílias e compostos, e são cinco no total:
• Bases Púricas, ou Purinas: Adenina e Guanina
• Bases Pirimídicas, ou Pirimidinas: Citosina, Timina e Uracila .
Tanto o DNA como o RNA possuem as mesmas bases púricas, e a citosina como base pirimídica. A timina existe apenas no DNA, e no RNA, é substituída pela uracila. Ou seja;
No DNA: A ---- T No RNA: A ----U
C ---- G C---- G
A ligação entre as bases nitrogenadas é feita por pontes de hidrogênio. A base Timina (T) se liga sempre à Adenina (A) por duas pontes de hidrogênio. A base Citosina (C) se liga sempre à Guanina (G) por três pontes de hidrogênio.
4. DNA
O DNA é um polidesoxirribonucleotídeo formado por milhares de nucleotídeos ligados entre si através de ligações 3’, 5’- fosfodiéster. Sua molécula é formada por uma fita dupla antiparalela, enrolada sobre si mesma formando uma dupla hélice. A ligação fosfodiéster ocorre entre o fosfato do carbono 5 da pentose de um nucleotídeo e a hidroxila do carbono 3 da pentose do nucleotídeo seguinte. Enfim, chama-se o DNA de ácido desoxirribonucléico, devido a sua natureza ácida. Ele é responsável pela transcrição e armazenamento das informações genéticas.
4.1. Replicação semi-conservativa do DNA
É controlada por várias enzimas que promovem o afastamento dos fios, unem os nucleotídeos novos e corrigem os erros de duplicação por um processo chamado sistema de reparo, substituindo o nucleotídeo “errado” pelo “certo”.
Antes da duplicação enzimas chamadas helicases desenrolam a dupla hélice, quebrando as pontes de hidrogênio. Em cada filamento exposto, novos nucleotídeos desenvolvidos no nucleoplasma começam a se encaixar, obedecendo ao emparelhamento A-T, C-G. A união entre nucleotídeos novos é feita pela DNA-polimerase. Cada fio orienta a formação de outro que lhe é complementar. Portanto, o filamento novo fica igual ao antigo que ocupava aquela posição. Consequentemente, as duas moléculas resultantes serão iguais.
Como cada molécula de DNA filha é formada por um filamento de DNA mãe, a duplicação é um processo semi-conservativo.
5. RNA
O DNA não é molde direto da síntese de proteínas. Os moldes para síntese de proteínas são moléculas de RNA. Os vários tipos de RNA transcritos do DNA são responsáveis pela síntese de proteínas no citoplasma. O RNA Interpreta e executa a informação do DNA, é formado por um único filamento de polinucleotídeos. Pentose é sempre a ribose e as bases nitrogenadas são adenina, guanina, citosina e uracila. Ele fabricado no núcleo e migra para o citoplasma, é o chamado ácido ribonucléico.
5.1. Tipos de RNA
RNA mensageiro (RNAm): Leva o código genético do DNA para o citoplasma Lá, seguindo o código, determina a sequência de aminoácidos da proteína. Cada trinca (conjunto de três bases) de RNA é chamada de códon, que servirá como sinal para determinado RNAt - aminoácido.
RNA transportador (RNAt): Transporta os aminoácidos até o local da síntese de proteínas. Cada RNAt possui em sua extremidade o anti-códon que corresponderá a um determinado tipo de aminoácido e ao códon correspondente.
RNA-ribossomal (RNAr): Participa da estrutura dos ribossomos, onde ocorre a síntese de proteínas.
6. A transcrição
A síntese de RNA ocorre no núcleo e é denominada transcrição. Nesse processo, uma parte da molécula de DNA é tomada como molde, sendo transcrita, ou copiada, em moléculas de RNA. A molécula de DNA abre-se em determinados pontos, através da ação de uma enzima denominada RNA polimerase. Inicia-se, a seguir, o pareamento de novos nucleotídeos, complementares aos do DNA, dando origem ao RNA. Terminada sua transcrição, o RNA se solta do DNA, que volta a apresentar o aspecto inicial de dupla hélice.
7. A tradução: a síntese protéica
Na tradução, a sequência de bases no RNA passa para uma sequência de aminoácidos. Cada grupo de 3 bases consecutivas – códon – corresponde a um aminoácido. Desse modo, são formados os aminoácidos. Os códons UAG, UAA e UGA são códons finalizadores. O aminoácido metionina é o sinalizador do início do aminoácido.
Os códons só realizam o trabalho de identificação dos aminoácidos com o auxílio do RNA-t, que é capaz de se ligar a unidades de aminoácidos dissolvidos no citoplasma e transportá-los até o RNA-m. Cada RNA-t tem um anticódon específico. O anticódon CGA vai se ligar exclusivamente ao códon do aminoácido alanina. Este processo é feito nos ribossomos. À medida que os ribossomos deslizam pelo RNA-m, os aminoácidos se unem, formando uma proteína.
Para formação de proteínas, existem 20 tipos de aminoácidos. Cada códon possui informação para um aminoácido sendo que existem 64 combinações diferentes para as quatro bases. Então, um aminoácido pode ser sintetizado por mais de uma combinação. Há também códons de finalização (stop). A partir daí, foi criado um esquema após comprovações que indica qual aminoácido é sintetizado de acordo com a trinca. Este código é degenerado (um aminoácido pode ser codificado por mais de uma combinação), específico (um determinado códon sempre codifica um mesmo aminoácido) e universal.
TODO ESTE PROCESSO DA DUPLICAÇÃO DO DNA, SUA TRANSCRIÇÃO PARA RNA E A TRADUÇÃO EM PROTEÍNA COMPREENDE O DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA.
domingo, 18 de abril de 2010
Principais filos invertebrados [figuras]
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Bioconhecer tbm é fisica! Entenda a relação da maior máquina do mundo com a origem do Universo: LHC.
Pedaços muito menores que um átomo são estudados no LHC.
Cosmologia e física quântica se encontram no estudo de partículas.
Mas, afinal de contas, o que os prótons – partículas muito pequenas que ficam no núcleo dos átomos – têm a ver com a teoria do Big Bang, segundo a qual o Universo surgiu de uma espécie de explosão há cerca de 14 bilhões de anos?
Dentro do LHC, a cosmologia – ciência que estuda a história do Universo – e a física quântica – que estuda as partículas menores que existem – se encontram.
Essa união inusitada só é possível porque, em determinado ponto da evolução do universo, menos de uma pequeníssima fração de segundo após o Big Bang, acredita-se que houve uma grande "sopa" de partículas. Essa mistura esfriou, se expandiu e deu origem a tudo o que conhecemos hoje.
O problema é que a única forma de entender como funcionava essa grande "sopa" é quebrar os objetos em pedaços cada vez menores: moléculas, átomos, prótons e finalmente quarks, léptons e bósons. Para chegar nesses últimos, é necessária tanta energia que só mesmo uma espécie de "pista de corrida" de 27 quilômetros consegue resolver.

Multiuso
Mas não é somente essa a função do LHC. A máquina gigante é, antes de tudo, uma forma de alargar as fronteiras da ciência, ou seja, entender como funcionam as menores partículas que conhecemos e, quem sabe, até descobrir algumas novas.
"O LHC é extremamente importante porque está abrindo a física para um mundo que a gente ainda não viu. É como se você passasse anos dentro de uma casa fechada, não tivesse a menor noção de como é o mundo lá fora, e de repente você abre uma janela e vê esse novo mundo, e fala 'Olha só quanta coisa nova que eu não sabia que existia!'", explicou o físico brasileiro Marcelo Gleiser em entrevista ao G1.
Uma das novas partículas mais buscada – mas nunca vista – é um tal "bóson de Higgs". Dentro da grande "sopa", foi ele que supostamente deu massa à matéria na hora em que as partículas se transformaram nos primeiros átomos. Se a história é verdadeira, só se vai saber caso esse bóson apareça nas colisões entre os prótons.
Corrida tecnológica
Cientistas também defendem que um grande benefício do LHC é um "efeito colateral" da sua construção. Para fazer um túnel subterrâneo de 27 km, mantê-lo a uma temperatura a mais de 200 graus Celsius abaixo de zero, no vácuo, e acelerar partículas à velocidade da luz foi necessário desenvolver novas tecnologias.

Novaes, da Unesp, observem em São Paulo
as primeiras colisões de partículas do LHC.
(Foto: Iberê Thenório/G1)
Marinho acrescenta que, no passado, pesquisas realizadas no Conselho Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), responsável pelo LHC, permitiram o desenvolvimento de tecnologias sem as quais o mundo seria completamente diferente.
"A contribuição mais famosa foi a criação do 'www' que utilizamos para navegar na internet. Outro exemplo foi o desenvolvimento de métodos que hoje são utilizados para diagnósticos médicos, como o PET e o CT scan", avalia.
sábado, 10 de abril de 2010
Esta declaração é grandiosamente demais, calou a boca deles na época! Leia...
Olá, sou Seven Suzuki.
Represento a ECO, a organização das crianças em defesa do meio ambiente.
Somos um grupo de crianças canadenses, de 12 a 13 anos tentando fazer a nossa parte, contribuir.
Vanessa Suttie, Morgan Geisler, Michelle Quigg e eu.
Todo o dinheiro que precisávamos para vir de tão longe conseguimos por nós mesmos para dizer que vocês adultos tem de mudar seu jeito de agir.
Ao vir aqui hoje, não preciso disfarçar meu objetivo.
Estou lutando pelo meu futuro.
Não ter garantia quanto ao meu futuro não é o mesmo que perder uma eleição ou alguns pontos na bolsa de valores.
Estou aqui para falar em nome das gerações que estão por vir.
Estou aqui para defender as crianças com fome, cujo os apelos não são ouvidos.
Estou aqui para falar em nome dos incontáveis animais morrendo em todo planeta porque já não tem mais para onde ir.
Não podemos mais parecer ignorado.
Hoje tenho medo de tomar sol por causa dos buracos na camada de ozônio.
Tenho medo de respirar esse ar porque não sei que substancias química estão o contaminando.
Eu costumava pescar em Vancouver com meu pai até o dia em que pescamos um peixe com câncer.
Temos conhecimento que animais e plantas estão sendo destruídos a cada dia e, em vias de extinção.
Durante toda minha vida eu sonhei ver grandes manadas de animais selvagens, selvas, florestas tropicais cheias de pássaros e borboletas, mas agora, eu me pergunto se meus filhos vão poder ver tudo isso.
Vocês se preocupavam com essas coisas quando tinham minha idade?
Todas essas coisas acontecem bem diante dos nossos olhos e, mesmo assim continuamos agindo como se tivéssemos todo o tempo do mundo e todas as soluções.
Sou uma criança e não tenho soluções, mas quero que saibam que também vocês não têm.
Vocês não sabem como reparar os buracos na camada de ozônio.
Vocês não sabem como salvar salmões das águas poluídas.
Vocês não podem ressuscitar os animais extintos.
Vocês não podem recuperar florestas que um dia existiram onde hoje é deserto.
Se vocês não podem recuperar nada disso, então, por favor, PAREM DE DESTRUIR!
Aqui, vocês são representantes de seus governos, homens de negócios, administradores, jornalistas ou políticos.
Mas na verdade, são mães, pais, irmãos e irmãs, tias e tios e todos também são filhos.
Sou apenas uma criança, mas sei que todos nós pertencemos a uma única família.
Somos 30 milhões de espécies compartilhando o mesmo ar, a mesma água e o mesmo solo.
Nenhum governo, nenhuma fronteira pode mudar esta realidade.
Sou apenas uma criança, mas sei que esse problema atinge todos nós e devemos agir como se fossemos a única coisa no mundo rumo a um único objetivo.
Apesar da minha raiva, ainda não estou cega, apesar do meu medo não sinto medo de dizer ao mundo como me sinto.
No meu país, geramos tantos desperdícios, compramos e jogamos fora, e os países do norte não compartilham com os que precisam.
Mesmo tendo mais que o suficiente temos medo de perder nossas riquezas, medo de compartilhá-las.
No Canadá temos uma vida privilegiada, com fartura de alimentos, água e moradia.
Temos relógios, bicicletas, computadores e aparelhos de tv.
Há dois dias aqui no Brasil ficamos chocados quando estivemos com crianças que moram nas ruas.Ouçam o que uma delas nos contou:
"Eu gostaria de ser rica, e se fosse daria a todas as crianças de rua alimentos, roupas, remédios, amor e carinho".
Se uma criança de rua que não tem nada ainda deseja compartilhar, porque nós temos tudo ainda somos tão mesquinhos?
Não posso deixar de pensar que essas crianças tem a minha idade e que o lugar onde nascemos faz uma grande diferença.
Eu poderia ser uma daquelas crianças que vivem nas favelas do Rio de Janeiro.
Eu poderia ser uma criança faminta da Somália.
Uma vítima da guerra do Oriente Médio ou uma mendiga da Índia.
Sou apenas uma criança, mas ainda assim sei que se todo o dinheiro gasto nas guerras, fosse utilizado para acabar com a pobreza, para achar soluções para os problemas ambientais, que lugar maravilhoso a Terra seria!
Na escola desde o jardim de infância vocês nos ensinaram a ser bem comportados.Vocês nos ensinaram a não brigar com os outros.
Resolver as coisas bem.Respeitar os outros, arrumar nossas bagunças.Não maltratar as criaturas.
Dividir e não ser mesquinho.
Então porque vocês fazem justamente o que nos ensinaram a não fazer?
Não esqueceram os motivos de estar assistindo a estas conferencias.
E para quem vocês estão fazendo isso.
Vejam-nos como seus próprios filhos.
Vocês estão decidindo em que tipo de mundo nós iremos crescer.
Os pais devem ser capazes de confortar seus filhos, dizendo-lhes, "Tudo ficará bem".
Estamos fazendo o melhor que podemos.
Mas não acredito que possam nos dizer isso.
Estamos sequer na sua lista de prioridades?
Meu pai sempre diz: "Você é aquilo que faz, não aquilo que você diz".
Bem, o que vocês fazem nos chorar a noite.
Vocês adultos nos dizem que vocês nos amam.
Eu desafio vocês.
Por favor, façam suas ações refletirem as suas palavras."
Obrigada!
domingo, 4 de abril de 2010
O Ano da Biodiversidade: os principais animais ameaçados de extinção
Por Marcelo Szpilman
Segundo dados das Nações Unidas, uma em cada cinco espécies de animais do planeta está ameaçada de extinção. Com o objetivo de chamar a atenção dos governantes e da população para a necessidade de preservação da vida em nosso Planeta, a ONU lançou recentemente uma campanha elegendo 2010 como o "Ano da Biodiversidade".
Em janeiro desse ano, o World Wildlife Fund (WWF) divulgou uma lista (veja abaixo) com os principais animais ameaçados de extinção. Apesar de achar que nessa lista deveriam constar também algumas espécies de tubarões vulneráveis e em perigo de extinção, como o grande tubarão-branco, vale a pena repassá-la e refletir sobre o comportamento do ser humano e sua arrogante pretensão de se achar mais evoluído e mais importante do que os outros seres que compartilham o mesmo Planeta.
Fora as causas já bastante conhecidas, como o desmatamento e o aquecimento global, ambos diretamente relacionados com atividades humanas que muitas vezes são inevitáveis para proporcionar a todos nós proteção e conforto nas cidades, pode-se perceber que nessa lista existem animais também ameaçados pela inadmissível perseguição para a extração de partes de seu corpo para obtenção de produtos supérfluos cujos benefícios apregoados não têm nenhuma base científica comprovada.
A ultrapassada e absurda crendice popular de que partes de animais, como o chifre do rinoceronte, o pênis do tigre, as patas de ursos e gorilas ou as barbatanas do tubarão, podem ter propriedades afrodisíacas ou medicinais, em conjunto com a ganância humana, continua sendo uma das grandes incentivadoras da caça e da pesca predatória que ameaçam a existência de diversas espécies.
01 - Tigre: novos levantamentos indicam que existem menos de 3,2 mil tigres na natureza. Hoje, só restam apenas 7% do habitat natural destes animais. O extermínio dos tigres também está ligado à falta de informação. Em muitas partes da Ásia, os tigres são caçados porque partes do seu corpo são consideradas medicinais.
02 - Urso polar: o urso polar se tornou o principal símbolo dos animais que perdem seu habitat natural devido ao aquecimento global. A elevação da temperatura no Ártico é uma das principais ameaças aos ursos, assim como os petroleiros e os derramamentos de óleo na região.
03 - Morsa: os mais novos animais a entrarem para a lista dos ameaçados, as morsas também são diretamente afetadas pelo aquecimento global. Em setembro, 200 morsas foram encontradas mortas nas praias do Alasca. Com o derretimento das geleiras, os animais estão ficando sem comida.
04 - Pinguim de Magalhães: o aquecimento das correntes marítimas tem forçado os pinguins a nadarem cada vez mais longe para achar comida. Não à toa, eles têm aparecido nas praias brasileiras, muitas vezes magros demais ou muito doentes. Das 17 espécies de pinguins, 12 jestão ameaçadas pelo aquecimento global.
05 - Tartaruga-gigante: também conhecida tartaruga-de-couro, são um dos maiores répteis do planeta e chegam a pesar 700 quilos. Estimativas mostram que há apenas 2,3 mil fêmeas no Oceano Pacífico, seu habitat natural. O aumento das temperaturas, a pesca e a poluição têm ameaçado sua procriação.
06 - Atum-azul: um dos ingredientes principais do sushi de boa qualidade, o atum encontrado nos oceanos Atlântico e Mediterrâneo está sendo extinto por causa da pesca predatória. Uma proibição temporária da pesca desta espécie de atum ajudaria suas populações a voltar a um equilíbrio. Segundo o WWF, as pessoas em geral podem ajudar a protegê-los diminuindo seu consumo.
07 - Gorila das montanhas: famosos depois do filme "Nas montanhas dos gorilas", estrelado por Sigourney Weaver, os gorilas podem deixar de existir na próxima década. Existem apenas 720 animais vivendo nas florestas da África, e outros 200 no Parque Nacional de Virunga, a maior área de preservação desta espécie. Em muitas partes da África, os gorilas são caçados porque partes do seu corpo são consideradas medicinais.
08 - Borboleta monarca: as temperaturas extremas são a principal ameaça destas borboletas, que todo ano cruzam os Estados Unidos em busca do calor mexicano. Elas vivem em florestas de pinheiros, área cada vez mais ameaçada pelo aquecimento global e urbanização crescente.
09 - Rinoceronte de Java: existem apenas 60 destes rinocerontes em seus habitat natural. Como seu chifre é usado na medicina tradicional asiática, os rinocerontes são caçados de forma predatória. A expansão das plantações também tem acabado com as florestas que abrigam a espécie. O Vietnã, país que era um grande habitat dos rinocerontes, abriga apenas 12 animais no momento.
10 - Panda: restam apenas 1,6 mil pandas na natureza, de acordo com o WWF. Eles vivem nas florestas da China, que estão cada vez mais ameaçadas pelo crescimento das cidades chinesas. Existe mais de 20 áreas de proteção ambiental no país para proteger estes animais. Metade dos pandas vive hoje em áreas protegidas ou em zoológicos.
Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail: instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br
sexta-feira, 26 de março de 2010
Identificados genes que constribuem com a imunização contra o HIV
Ao anunciar, hoje (25), mais um importante passo na pesquisa da imunovacina terapêutica contra o HIV, a identificação de dois genes (MBL2, codificante pela proteína ligadora de manose, e o NOS1, que responde pela produção de oxido nítrico) o primeiro sendo molécula "chave da imunidade inata e o segundo responsável pelo processo de maturação das células dendríticas – cuja função é acionar o sistema imunológico humano –, pesquisadores da UFPE colocam o Recife em condições para ser o centro de referência nacional para a produção de células dendríticas para estratégias vacinais. Para operacionalizar em Pernambuco a produção dessas células, que são importantes insumos para a imunovacina, os pesquisadores lançaram um apelo aos órgãos financiadores públicos e privados. "Temos no Recife uma mão de obra que não deve a nenhum outro lugar do mundo, e algumas instituições já manifestaram interesse no nosso projeto. Precisamos agora de um apoio substancial para torná-lo realidade, antes que outros centros se adiantem", afirma o professor do Departamento de Genética da UFPE e coordenador da pesquisa, Sergio Crovella. A recente descoberta e a implantação de uma fábrica de células dendríticas (DCs Cell Factory) no Estado, segundo atesta Crovella, são de suma importância para o futuro de estudos vacinais, assim como estudos genômicos mais aprofundados sobre a resposta do paciente hospedeiro aos tratamentos vacinais de um modo geral. Segundo o geneticista, o futuro deste tipo de estudo é extremamente promissor."Estamos organizando um laboratório dedicado exclusivamente à avaliação das características genéticas do hospedeiro, assim como na melhoria da produção da vacina e por isso precisando de recursos financeiros para fortalecer esta área que está tendo uma grande visibilidade internacional e que foi desenvolvida inteiramente no Pernambuco para uma equipe de pesquisadores com idade media muito baixa (acerca de 23 anos) mais com grandíssima força e entusiasmo", constata o pesquisador. PESQUISA – Ambos os genes identificados nesta recente fase da pesquisa apresentam um papel fundamental na defesa do organismo contra a entrada do HIV assim como na regulação (negativa) da replicação do vírus. Em adição, ambos os genes estão envolvidos no processo de maturação das células dendríticas e na resposta do hospedeiro à entrada e replicação do HIV. Este último aspecto é de importância fundamental de acordo com a estratégia vacinal, pois o estudo permitiu a identificação de dois fatores genéticos que variam durante o processo de amadurecimento das células dendríticas, atores principais da nossa estratégia vacinologica. Com a identificação dos genes MBL2 e NOS1, associados ao sucesso da vacinação em determinados pacientes, foi dado um importante passo na continuação do o estudo, pois vai abrir um novo caminho na preparação das células dendríticas na segunda fase da nova vacina. O aspecto extremamente inovador desta pesquisa não foi somente focalizar a atenção apenas sobre o genoma do hospedeiro, mas também identificar fatores que permitam melhorar a qualidade das células dendríticas para tratamento vacinal. Na revista internacional "Vaccine", onde o trabalho foi publicado recentemente, foram destacados estes aspectos e também mostrados estudos de réplicas feitos sobre outros grupos étnicos (caucasianos e africanos) para avaliar os resultados obtidos sobre pacientes brasileiros em pacientes de outros grupos étnicos. Isso tem uma relevância importante porque abre novas fronteiras internacionais pelo o estudo, sendo validado não somente em população brasileira pernambucana, assim como sobre grupos étnicos diferentes. Enfim, a importância dos dois genes MBL2 e NOS1 foi avaliada na construção de uma nova vacina que está sendo desenvolvida na USP de são Paulo em colaboração com nosso grupo de pesquisa, para chegar à fase II do projeto. HISTÓRICO - A pesquisa para o desenvolvimento da imunovacina terapêutica contra o HIV teve início do zero, em 2001, com a montagem da infraestrutura no Insitituto de Pesquisa em Imunoterapia de Pernambuco (Ipipe), localizada no Lika, que consistiu na construção de um laboratório de segurança máxima, chamado NB3, classe D, treinamento de pessoal, regularização dos documentos necessários que regem as boas práticas em pesquisa e toda a base necessária restante. Depois de ter passado por todos os testes pré-clínicos – modelos in vitro e em modelos animais – foi elaborado um protocolo e deu-se início à Fase I do estudo clínico, com o ensaio em humanos. A estratégia original do estudo consiste na retirada de uma quantidade de células dendríticas (componentes do sistema imunológico que acusam a presença de invasores às células de defesa) e do vírus do paciente. Já desativado quimicamente, o vírus é colocado junto às células dendríticas para que elas aprendam a identificá-lo. Só então elas voltam a ser introduzidas no paciente para que atuem como denunciantes do HIV e o sistema imunológico possa destruí-lo. Normalmente, as células dendríticas são incapazes de denunciar a presença do vírus da Aids. Na primeira etapa dos estudos estiveram envolvidos, além da UFPE, da USP, da UFRJ e da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), a Universidade Johns Hopkins (EUA) e a Universidade de Paris V (França). 2ª FASE - Na próxima e segunda fase da pesquisa para desenvolvimento da imunovacina terapêutica contra o HIV, que se inicia em breve, a expectativa é chegar perto dos 100% de redução da carga viral dos pacientes. Neste momento, quando mais prevalece o princípio da precaução máxima, assim definido pela bioética, os procedimentos devem ser adotados passo a passo e não aos saltos. Neste processo serão reforçados os conceitos provados na fase I, reavaliada a eficácia da imunoterapia dependendo do genoma do hospedeiro e avaliada a revacinação dos pacientes (booster dose), com novas injeções de células dendríticas tratadas com vírus autólogo. Esta fase tem previsão de dois anos. Dessa próxima etapa da pesquisa participam a UFPE, sob coordenação dos professores Sergio Crovella (Titular do Departamento de Genética) e Luiz Cláudio Arraes (associado do Departamento de Medicina Tropical), a USP, com equipe supervisionada pelo professor Alberto Duarte, e a UFRJ, com os professores Luciana Arruda e Amílcar Tenuri (CDC-EUA). Também colabora o Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika), a partir do apoio do diretor e professor José Luiz de Lima Filho. |