Olá caros leitores.
Retornando das férias. Logo mais, novas postagens. Forte abraço.
terça-feira, 31 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
II SIMAS - Simpósio de Animais Silvestres
Eu e minha turma da graduação estamos organizando este excelente evento. Participem alunos e docentes tanto do Ensino Básico como do Superior.
Horário: 4 junho 2012 a 6 junho 2012
Local: Universidade Federal Rural de Pernambuco -
Endereço: Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n. Dois Irmãos
Cidade: Recife
Site ou Mapa: http://simasufrpe.yolasite.com
Telefone: (81) 8618-7174
Valor: R$20,00 até final de maio [depois serão R$25,00]; minicurso serão R$5,00
Organizado por: Turma de Lic. em Ciências Biológicas - UFRPE
Palestras, mesa-redondas, minicursos, apresentação de pôsteres, sorteio de brindes, coffe-break.
Horário: 4 junho 2012 a 6 junho 2012
Local: Universidade Federal Rural de Pernambuco -
Endereço: Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n. Dois Irmãos
Cidade: Recife
Site ou Mapa: http://simasufrpe.yolasite.com
Telefone: (81) 8618-7174
Valor: R$20,00 até final de maio [depois serão R$25,00]; minicurso serão R$5,00
Organizado por: Turma de Lic. em Ciências Biológicas - UFRPE
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Girinos
Meu novo objeto de pesquisa, que estou trazendo para minha monografia, é a ecologia de girinos. Farei uma breve abordagem sobre eles.
Os anuros [sapos, rãs e pererecas] possuem mais de trinta modos de reprodução diferentes e, dependendo da espécie, podem chegar a por até 50.000 ovos. Tal fato deve-se a condição de que estes animais são vítimas fáceis de predação e alterações ambientais, o que diminue a níveis ínfimos a taxa de sobrevivência. Os ovos não possuem casca e precisam estar na água/ umidade para não ressecarem. As fêmeas podem depositar os ovos diretamente na água ou formar cordões, colocarem em uma espuma especial, por nas folhas próximas à água ou até construirem piscinas especiais.
Nos anuros, o desenvolvimento desde a fecundação até a fase adulta [ontogenético] é dividido em 46 estágios.
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| Fig. 2 |
| Fig. 3 |
Metabolicamente abordando, a tiroxina, hormônio tireoidiano, induz a metamorfose [apoptose das células] mas inibe o crescimento do girino, enquanto o hormônio prolactina [da adenohipófise] acelera o crescimento e bloqueia a metamorfose.
Com relação à alimentação, existem diversas guildas: vegetarianos, carnívoros [que se alimentam, inclusive, de outros girinos], detritívoros e os que se alimentam das reservas do ovo.
Alguns aspectos ecológicos/conservacionais de girinos
É proibido por lei o cultivo de girinos de espécies nativas; são bioindicadores ambientais [por estarem em sintonia com a água, ar e terra e terem uma pele com alto poder de absorção].
Em lagoas permanentes... Vivem agrupados e geralmente possuem pigmentação escura, o que revela sabor desagradável que possuem.
Em lagoas temporárias, estão em menor número, se comparado a lagoas permanentes; possuem cores mais claras e têm metamorfose rápida.
Em rios/cachoeiras, as espécies são raras, pois são altamente exigentes quanto a pureza do ambiente [e encontrar rios sem poluição hoje em dia é coisa rara], além de possuírem o aparelho bucal adaptado para grudar e raspar rochas.
Referências
DUELLMAN, Willian D. & TRUEB, Linda. Biology of Amphibians. ISBN: 0-8018-4780-X The Johns Hopkins University Press, Baltimore: Maryland, 1994.
JR-WOEHL, G.; WOEHL, E. N. Anfíbios da Mata Atlântica. Santa Catarina: Instituto Rã-bugio, 2007. 61p.
MOURA, G. J. B. Apostila de Herpetologia. Recife. 2011, 87p.
ANDRADE, E. V. E. Aspectos Ecológicos e Caracterização Morfométrica e Biométrica de Formas Larvárias de Anfíbios Anuros em Poça Temporária, Remanescente de Mata Atlântica, NE do Brasil. Universidade Federal de Pernambuco. Monografia de Graduação em Ciências Biológicas – Bacharelado. 87 p, 2007.
JR-WOEHL, G.; WOEHL, E. N. Anfíbios da Mata Atlântica. Santa Catarina: Instituto Rã-bugio, 2007. 61p.
MOURA, G. J. B. Apostila de Herpetologia. Recife. 2011, 87p.
ANDRADE, E. V. E. Aspectos Ecológicos e Caracterização Morfométrica e Biométrica de Formas Larvárias de Anfíbios Anuros em Poça Temporária, Remanescente de Mata Atlântica, NE do Brasil. Universidade Federal de Pernambuco. Monografia de Graduação em Ciências Biológicas – Bacharelado. 87 p, 2007.
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